"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. / Each one knows the pain and the delight of being what they are." (Caetano Veloso)
" [Ei-mi] "
These are my eyes...
Thursday, April 16, 2009
Thursday, April 9, 2009
A virtualização do amor
Virtualização do amor
A tecnologia facilitou muito a vida das pessoas. Fortes relacionamentos começaram pela internet. Foi o que aconteceu com a estudante de psicologia Vanessa Rocha, irmã de Juliana. Ela conheceu o irlandês Dermot pela internet. Depois de um mês entre longos bate-papos (um deles chegou a durar 12 horas), Dermot decidiu vir ao Rio de Janeiro para conhecer Vanessa. Ficou três semanas e logo emendou um namoro. Eles estão juntos há dois anos e se vêem a cada seis meses. Noivos, pretendem se casar assim que ela terminar a faculdade, no fim do ano. Mesmo sem dividirem o dia-a-dia, ela não se preocupa com a rotina. "Não me preocupo se vai dar certo ou não a nossa convivência", afirma ela.
Sérgio, no entanto, alerta: "Um coisa é você ver a pessoa uma, duas vezes por ano e passar quinze dias maravilhosos. Outra coisa é acordar todo dia com ela e ter uma rotina. Além disso, é importante ver as diferenças culturais. Em namoros como esse, quando há casamento, é como se fosse um relacionamento novo", adverte. "Casar antes de dois anos de relacionamento é complicado. Em estado de paixão, você não conhece ninguém. Tem que ter pele com pele, olho no olho", afirma o consultor.
Xô, ciúme!
Ciúme é uma palavra que os amantes têm, definitivamente, que cortar do dicionário. Senão é impossível viver com a eterna dúvida se o companheiro está ou não traindo. Todos os entrevistados sugerem substituir ciúme por outro termo: confiança. "Não tem jeito, o ciúme aumenta. Mas você tem que confiar na pessoa. Porém, isso não impede de querer saber o que a pessoa vai fazer sábado à noite", diz Juliana. "Tem que ter confiança e apostar nisso. Até que te prove ao contrário... A gente não toca muito no assunto, pois é difícil para os dois", diz Alessandra.
Mesmo com todas as dificuldades, elas conseguem ver um lado positivo na situação. "É bom porque eu tenho um tempo de olhar para mim. Além disso, você fica numa expectativa de reencontro parecida com início de namoro", descreve Alessandra. "Você aprende a valorizar cada momento, aquelas coisinhas que antes eram insignificantes...", complementa Juliana. Sérgio vai ao ponto: "Essa impossibilidade do encontro é um adubo para o amor. Quando ele volta, vem fortalecido", analisa o conselheiro.
Dicas para sobreviver longe do amado:
Deixe o ciúme de lado. Substitua-o pela confiança.
Não deixe que a distância diminua a intimidade entre vocês. Use a tecnologia para manter a chama viva.
Optar por um relacionamento deste tipo é questão de escolha. E, em toda escolha, existem pontos positivos e negativos. Tenha consciência disso.
Em relacionamentos iniciados pela internet, antes de largar tudo para viver a paixão, leve em consideração aos aspectos culturais e morais do parceiro.
Segundo Sérgio Savian, este tipo de relacionamento só dá certo quando há a previsão de que o problema da distância será resolvido. Senão, vira amor platônico, inalcançável. "É preciso que as duas pessoas coloquem os pés na relação. Se o movimento for feito somente por um lado apenas, pode haver frustração", orienta.
[por Lívia Diniz ]
Wednesday, April 1, 2009
GLAAD Media Awards
A apresentadora Tyra Banks foi homenageada na primeira das três cerimônias do tradicional GLAAD Media Awards – que escolhe anualmente as mídias e personalidades de língua inglesa e espanhola que mais colaboraram para garantia dos direitos LGBT. O evento foi realizado no último sábado, 28 de março, em Nova York.
---Parabéns sim. Ainda acredito que dignidade e respeito somente vem com informação e esclarecimento; e um meio propiciar esclarecimentos é a visibilidade. Para quem não conhece, a GLAAD é uma organização importantíssima da comunidade GLBT.
Thursday, March 26, 2009
Wednesday, March 25, 2009
Intolerância
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Friday, March 20, 2009
Sela Ward

Thursday, March 19, 2009
"Meu pai é gay" - Histórias de quem vive essa realidade

"Meu pai é gay" - Histórias de quem vive essa realidade
Por: Sandra Soares e Thiago Bronzatto
Durante toda a infância, a americana Abigail Garner sentia o coração acelerar toda vez que alguém mencionava a palavra "bicha" na sala de aula. De uma primeira geração de crianças criadas em famílias alternativas assumidas, ela cresceu mostrando o boletim escolar e negociando o horário de voltar para casa com uma mãe e dois pais - seu pai biológico decidiu viver com outro homem quando ela tinha 5 anos. Hoje, aos 33, é uma das mais conhecidas defensoras da causa gay no país, apesar de ser heterossexual. Desde 1999 escreve textos e dá palestras que ajudam filhos de homossexuais americanos - segundo estimativas, pelo menos oito milhões de crianças e adolescentes. Seu blog e seu livro, Families like Mine: Children of Gay Parents Tell It like It Is (numa tradução livre, Famílias como a Minha: Filhos de Pais Gays Contam como É), são referências no assunto.
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"Durante muito tempo, eu me recusei a responder à pergunta: 'Você é heterossexual?' Como outros jovens de famílias como a minha, ser confrontada com essa questão me fazia sentir como que colocando meu pai sob julgamento. Ser filho de homossexuais não significa que uma criança tenha mais ou menos chances de ser gay, mas essa é uma das discussões que mais vêm à tona quando se fala sobre famílias alternativas. Tive a sorte de saber que meu pai era gay antes de conhecer a homofobia. O preconceito é algo que se aprende e, aos 5 anos, eu não havia aprendido."
Depoimento de Abigail Garner
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Tuesday, March 10, 2009
Hillary Clinton quer fim da perseguição aos gays
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sobre a homofobia [declarou]: "E espero que eu viva tempo suficiente para ver o fim desta discriminação e o reconhecimento dos direitos humanos que é inalienável à qualquer pessoas, não importando que esta pessoa ama".
Wednesday, March 4, 2009
Campanha Não Homofobia !

Sunday, March 1, 2009
Teatro
Da G News
O título em português de Cold Meat Party acabou sendo mais engraçado que o original, em inglês. Festa do Presunto cria um trocadilho gastronômico que traz bem o espírito do texto de Brad Fraser (também autor de Pobre Super Homem e roteirista do seriado gay Queer As Folk).
A peça conta o inusitado encontro de um político homofóbico, um pop star punk e gay, uma feminista ninfomaníaca e sua filha. Eles se reúnem no enterro de um amigo escritor, cujo corpo está sendo velado na pousada em que vivia junto a uma fã. Juntam-se a essa turma o namorado do cantor e uma misteriosa jornalista.
Cold Meat Party é uma deliciosa comédia sobre rótulos. Sem entrar nos meandros da Teoria Queer, questiona o engavetamento do desejo em categorias estanques. Assim, o namorado do pop star nunca havia tido experiências homo, mas apaixonou-se por outro homem. É ele, justamente, quem mais nega ser chamado de gay, hétero ou bissexual.
Seu namorado, por sua vez, seria um representante típico do estilo de vida gay norte-americano, mas consegue ir para cama com a melhor amiga – e se orgulhar disso. E o que dizer do político homofóbico? Bem, é melhor assistir a peça e julgar por si mesmo.
Local: Centro Cultural São Paulo. Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
Horários: Sextás e sábados, às 21h. Domingo, às 20h
Ingressos: R$ 15
My Slideshow
Amy´s Welcome
Playlist @ Last.fm
Meow, cos´...
EU ACREDITO EM SAPAS !!!



